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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Agora é lei - Seis vereadores de Barro Preto votam projeto que dá ainda mais poderes a prefeita Jaqueline Motta (PT).



Lei de numero 452 de 01 de julho de 2013, dá poderes a prefeita de Barro Preto para celebrar convênios sem prévia dos vereadores, com isso a prefeita Jaqueline Motta (PT) poderá celebrar convênios diretamente com o Estado e União sem a consulta da Câmara Municipal, o disposto fala ainda que a mesma está liberada para remanejar verbas para arcar com contrapartidas do município.
Foi justamente esse um dos motivos que levaram o ex-prefeito Adriano Clementino (PMDB) a ter suas contas rejeitadas, e acabou enquadrado na lei “ficha Limpa” após reprovação de suas contas pela mesma câmara que hoje libera poderes para a atual prefeita.
Os vereadores que votaram a favor do projeto foram: Jonathas Guimarães (PT), Gideon Ribeiro (PSD), Juraci da Saúde (PP), Railton do Ônibus (PR), José Batista (PSDB), e José Vilson (PRTB).
Dois deles o Sr. Frank de Santana e Sr. Youssef Bittar votaram contra, segundo eles quanto mais a participação do legislativo melhor para o povo.

Movimento em favor do retorno do transporte estudantil em Barro Preto leva interessados e simpatizantes para as ruas.



Aconteceu nesse sábado (29) em Barro Preto, um movimento popular pelas principais ruas do município, Jovens estudantes e universitários, cobraram da Prefeita Jaqueline Motta (PT), o retorno do transporte escolar que leva alunos do município para as vizinhas cidades de Itabuna, e Ilhéus (UESC), e que desde o inicio do governo deixou de existir.
Com o valor abusivo da passagem cobrada pela empresa Rota Transporte de R$ 4,40 e aproveitando a onda de protesto que vem acontecendo em todo o Brasil, os munícipes resolveram sair às ruas para cobrarem melhorias, muitos são os alunos que estão sendo prejudicados pela medida adota pela Prefeita, a mesma retirou de circulação o único veiculo que transportava os estudantes, sobe a alegação de que o mesmo estaria sucateado e sem documentação, o mais curioso é que a prefeitura matem um acordo com a empresa TÊXTIL TRIFIL, que garante a sua contra partida e paga parte dos valores para que funcionários do município cheguem até a empresa. É claro que não estamos aqui reprimindo esse acordo, até porque é de extrema importância que esses trabalhadores mantenham seus empregos,  mesmo sabendo que essa responsabilidade por lei seria apenas da Trifil. O que esta em questão é a educação, e não dá para chegar a lugar algum sem investimentos, afinal muitos dos que necessitam ainda não tem um emprego e nem todos dispões de recursos para a locomoção até o local de ensino.
A manifestação foi pacífica, os participantes fecharam a entrada da cidade, e percorreram as principais ruas do município, gritando palavras de ordem com cartazes e apitos, no final se dirigiram até a porta da câmara municipal, onde colaram os cartazes afim de mobilizar o legislativo, em defesa de seus direitos.
Os manifestantes querem uma audiência com a prefeita Jaqueline, para discutirem o assunto e buscarem uma solução.
O balanço do movimento mostra a timidez do povo, comparando o tamanho do protesto, podemos perceber que muitas pessoas não foram às ruas, talvez por medo de retaliação.
para que tenhamos uma sociedade organizada a união é primordial, independente do lado que esteja o que realmente importa são os benefícios de um conjunto e não de um individuo, quando se trata de cidades pequenas como a nossa, todos sabemos que as criticas são ainda maiores, mais para criticar é preciso antes participar.